O seguro auto sempre foi um dos principais aliados dos motoristas brasileiros. Em um país com altos índices de roubo e colisões, proteger o carro é quase uma obrigação. Mas surge a dúvida: vale a pena contratar seguro auto em 2025?
Neste guia, vamos explorar todas as novidades do mercado, os diferentes tipos de seguro disponíveis, custos médios, vantagens e desvantagens, além de dicas práticas para escolher o melhor seguro auto para o seu perfil.
Prepare-se: este é o guia mais completo que você vai encontrar sobre o tema.
A evolução do seguro auto no Brasil
Antes de falarmos sobre o cenário atual, vale a pena entender como chegamos até aqui.
- Anos 90 e 2000 → o seguro era visto como algo restrito a quem tinha carros novos e caros. Planos eram engessados e caros.
- 2010 a 2018 → o mercado começou a se abrir para carros populares, mas o valor ainda era elevado.
- 2019 a 2022 → surgiram alternativas como proteção veicular (associações) e planos simplificados.
- 2023 em diante → com a chegada dos seguros digitais, flexíveis e por assinatura, o acesso se tornou mais democrático.
Hoje, em 2025, o motorista encontra opções muito mais variadas e adaptadas à sua realidade.
Tipos de seguro auto em 2025
O mercado evoluiu e trouxe alternativas para diferentes perfis de motoristas.
- Seguro auto tradicional
- Pacote completo com cobertura contra roubo, furto, colisão, incêndio, desastres naturais e assistência 24h.
- Indicado para quem roda bastante e depende do carro no dia a dia.
- Pacote completo com cobertura contra roubo, furto, colisão, incêndio, desastres naturais e assistência 24h.
- Seguro por assinatura
- Pagamento mensal, sem fidelidade.
- Ideal para quem roda pouco e quer flexibilidade.
- Pagamento mensal, sem fidelidade.
- Seguro “pay per use” (pague pelo uso)
- O motorista paga um valor fixo baixo + uma taxa por km rodado.
- Ótima opção para quem quase não usa o carro.
- O motorista paga um valor fixo baixo + uma taxa por km rodado.
- Proteção veicular (associações e cooperativas)
- Mais barato que o seguro tradicional.
- Não é regulado pela SUSEP, o que pode representar riscos em caso de sinistro.