Ter o carro apreendido e levado para o pátio é uma das situações mais estressantes para qualquer motorista. Além do susto da blitz, vem a dúvida que pesa no bolso:
“Quanto vou ter que pagar para tirar meu carro do pátio?”
A resposta honesta é: não existe um valor fixo.
O custo depende de taxas obrigatórias, tempo no pátio e, principalmente, da situação da documentação do veículo.
Neste artigo, você vai entender quais cobranças são legais, o que a lei exige para liberar o carro e como evitar pagar mais do que o necessário, tudo com base em regras oficiais de trânsito — sem achismo e sem números inventados.
Por que o carro é apreendido e levado ao pátio?
Antes de falar de valores, é importante esclarecer: hoje, a legislação usa o termo remoção do veículo, e não mais “apreensão” como penalidade automática.
De forma simples, o carro é removido quando:
- não pode circular legalmente
- a irregularidade não pode ser resolvida no local
- a lei exige a retirada imediata de circulação
Os motivos mais comuns são:
- licenciamento vencido
- problemas graves de segurança
- condutor sem habilitação válida
- irregularidades administrativas que impedem circulação
👉 Na prática, licenciamento atrasado é a causa mais frequente de remoção para o pátio.
Quais custos existem para tirar o carro do pátio?
O valor final é formado por um conjunto de cobranças, todas previstas em normas de trânsito estaduais e municipais.
1. Custo de remoção (guincho)
Quando o veículo é removido, o transporte até o pátio é feito por guincho autorizado.
- A cobrança é legal
- O valor varia conforme:
- estado ou município
- tipo de veículo
- contrato do pátio com o órgão de trânsito
📌 Esse valor não é negociável, pois faz parte do procedimento administrativo.
2. Diária do pátio
Esse é o ponto que mais encarece a conta.
Enquanto o veículo permanece no pátio:
- é cobrada diária de estadia
- o valor é definido pelo órgão responsável
- a cobrança ocorre por dia corrido
⚠️ Quanto mais tempo o carro fica parado, maior o custo total.
Por isso, demorar para regularizar a situação quase sempre sai caro.
3. Regularização do licenciamento
Sem licenciamento em dia, o carro não é liberado, mesmo que todas as outras taxas já tenham sido pagas.
Isso pode incluir:
- taxa de licenciamento do ano vigente
- débitos que impedem a emissão do documento
👉 Veja o passo a passo completo aqui:
Licenciamento atrasado: o que fazer, como pagar e evitar dor de cabeça com o Detran
4. Multas pendentes
Se houver multas vencidas ou que impeçam o licenciamento:
- elas precisam ser quitadas ou regularizadas
- sem isso, o veículo continua bloqueado
Muita gente se confunde entre aviso e multa definitiva. Entender essa diferença evita pagamento errado:
Diferença entre autuação e multa: entenda de um jeito simples
5. IPVA em atraso (quando aplicável)
O IPVA atrasado, por si só, não remove o veículo.
Mas se ele impedir o licenciamento, passa a ser um problema direto para a liberação.
👉 Entenda como regularizar corretamente:
IPVA atrasado: como regularizar e evitar dor de cabeça
O que a lei exige para liberar o veículo?
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o veículo só pode ser liberado quando:
- a irregularidade que motivou a remoção for sanada
- os débitos administrativos forem regularizados
- as taxas legais forem quitadas
📌 Não existe liberação “parcial” ou promessa de pagamento futuro.
Tudo precisa estar regular no sistema.
Dá para parcelar os débitos?
Sim — e isso faz toda a diferença para quem não consegue pagar tudo de uma vez.
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