Ver o carro sendo levado por um guincho e um susto, mas da para resolver. O processo tem etapas claras: pagar o que está pendente, reunir os documentos certos e retirar o veículo dentro do prazo.
Neste guia você entende por que o carro foi removido, o que precisa pagar, quais documentos levar e como evitar que isso aconteca de novo.
Por que o carro foi levado ao pátio
A remoção ao deposito acontece quando a infração prevê essa medida administrativa. As situações mais comuns incluem:
- Dirigir com a CNH vencida há mais de 30 dias.
- Veículo com item de segurança obrigatorio com defeito.
- Estacionamento irregular em local proibido.
- Veículo sem condicoes de circular com segurança.
- IPVA ou licenciamento vencidos, dependendo do caso.
Em alguns casos, a irregularidade pode ser resolvida no próprio local da fiscalização, o que evita a remoção e os custos de guincho e pátio.
O que você precisa pagar
Antes de retirar o veículo, e preciso quitar:
- Taxa de remoção (guincho): valor cobrado pelo deslocamento até o pátio.
- Taxa de estadia (diaria): cobrada por cada dia que o veículo fica no deposito, pelo RENAVAM.
- Débitos do veículo: multas, IPVA e licenciamento em aberto.
Os valores variam por estado e por tipo de veículo, e crescem a cada dia que o carro fica retido. Por isso, quanto antes você resolver, menor o custo total. Confira a tabela de taxas do DETRAN do seu estado antes de ir ao pátio.
Documentos necessários
A lista pode variar por estado, mas em geral você vai precisar de:
- Comprovante de Recolhimento ou Remoção (CRR), entregue no momento da remoção.
- Documento de identificação do proprietário (ou representante legal, com procuração).
- Comprovante de pagamento dos débitos do veículo (multas, impostos e encargos pendentes).
- Comprovante de pagamento da taxa de estadia diaria.
- Para pessoa juridica: contrato social ou documento equivalente da empresa.
Se você não puder ir pessoalmente, é possível retirar por meio de procuração, seguindo as regras do órgão do seu estado.
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